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Apaixonadas no Divã: TOP 5 Dilemas de Natal

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Olá queridos (as) leitores (as)! Primeiramente gostaria de agradecer a todos que participaram da enquete, e ajudaram a compor este TOP 5 dos piores dilemas de Natal. Vamos conferir o resultado? Abaixo dicas e reflexões dos 5 mais votados.

dilemas natal

TOP 5: A família do(a) meu(minha) namorado(a) não me aceita.

Mais que um dilema, este é um problema gerador de muito sofrimento. É extremamente dolorido não ter o apoio da família quando escolhemos alguém para dividir nossa vida. E os motivos da rejeição podem ser vários: homossexualismo, classe social, etnia, pré-julgamento, ciúmes, entre outros. 

E por ser um tema tão complexo, poderíamos escrever linhas e linhas sobre todo o conflito envolvido, mas como nosso objetivo é a festividade de natal, vamos nos restringir a ele. 

Atitudes de revolta e agressividade contra a família não são a melhor saída, chantagens do tipo “se ela não puder vir eu também não venho” também só piorariam a situação. A atitude mais indicada é dialogar com seu parceiro sobre a situação, procurando uma saída menos danosa a ambas as partes, e aí as possibilidades são múltiplas, desde optarem por passarem sem os familiares até passarem separadamente para evitar maiores conflitos. O fato é que brigar só aumentaria a rejeição, assim como, em igual proporção, ignorar também só alimentaria a ideia de que realmente você não deve fazer parte da família. O interessante é deixar claro como esta situação traz chateações, como não há motivos reais para tais rejeições, e como se gostam acima de tudo, que estarem juntos não é uma afronta à eles e sim uma busca pela felicidade, afinal vocês se amam. Mas como fazer isto? Realmente comunicar esta mensagem é difícil, mas são atitudes que demonstrarão tal fato e, mais do que nunca, o companheirismo e cumplicidade da relação se fará necessária. 

Dica: Não será o Natal que mudará uma situação que desde o começo se estabeleceu, por isso, o melhor é dar tempo ao tempo, e não forçar situações. Uma boa ideia, é passarem o natal com as famílias e após a ceia se encontrarem a sós para comemorarem juntos. Ou se não for possível, montarem uma mini festa após a data só para vocês, quem disse que o natal tem que ser comemorado só no dia 24/25 de dezembro? Criatividade e dinamismo é o que fará toda a diferença numa relação tumultuosa como esta, podem acreditar! 

TOP 4: Juntar as famílias é uma boa ideia?


Depende. A priori devemos pensar que cada família possui um costume e suas manias, e misturá-las pode gerar desconfortos e situações constrangedoras. Se as culturas forem muitos opostas o indicado é não misturar, respeitar a singularidade de cada lado é essencial para manter a harmonia familiar. Outro caso em que não é indicada a junção, é quando as famílias não se conhecem, não é uma boa ideia usar a data para promover o encontro, este primeiro contato deve ser mais formal, e não em um momento tão intimo como o natal. Agora já as famílias que já se encontraram em outras situações, aquelas que já possuem certa amizade entre as partes, a possibilidade de comemorar todos juntos é maravilhosa, poder celebrar esta união familiar numa linda festa com certeza será muito bom, e neste caso é uma boa ideia sim juntar as famílias. 

Dica: Caso seja feita uma festa com as duas famílias reunidas, procurem ter a delicadeza de organizar o ambiente para todos sentirem-se confortáveis. Preparar as mesas para não deixar ninguém deslocado, proporcionar espaços para que haja interação, como por exemplo um varal com fotos antigas de ambas as famílias, e claro ter o cuidado para não restringir-se em ficar só com sua família, e não dar atenção a família do seu(sua) namorado(a), e vice versa. 

TOP 3: Como devo me comportar durante a festa na casa da sogra?


Muitos defenderão a ideia de que o importante é ser você mesma, acima de tudo, ok! Isto é uma verdade, mas devemos lembrar que nosso “eu” possui muitas faces, que se adaptam aos ambientes em que convivemos, quando estamos entre amigos somos de um jeito, no ambiente de trabalho somos de outro, etc. Então qual o “eu” ideal para a ocasião? Antes de qualquer coisa vamos esclarecer que o perfeito não existe, temos e cometemos falhas, e tudo bem, afinal somos humanos errantes. Sei que muitos sentem-se inseguros na presença dos familiares do(a) namorado(a), ficam extremamente preocupados com o que vão pensar e o quão isto influenciará o relacionamento. E o medo é um sentimento ingrato, pois nos limita, e afeta nosso estado de agir e pensar. 

Então primeiro chega de neuras e preocupações, você é especial, e tem muitas qualidades, que só o tempo irá mostrar a eles. Não será uma festa que determinará quem é você, e sim a convivência cotidiana. O segredo é procurar estabelecer um equilíbrio entre o seu melhor. Se é divertida(o) não se prive de brincar por medo de lhe acharem boba(o), mas cuidado para não exagerar e querer brincar com tudo e todos, preserve-se a interagir com aqueles que já possui mais intimidade. Se é reservada(o)/tímida(o), não force a barra para ser mais extrovertida(o), este não é você, mas cuidado para não isolar-se e passar uma imagem de arrogância ou insatisfação de estar ali. Se é expansiva sinta-se a vontade para agitar a festa, mas cuidado para não chamar toda a atenção só para você e intimidar os outros convidados presentes. 

Dica: Ninguém melhor que seu(sua) namorado(a) para lhe contar como é sua família, não tenha medo ou vergonha de perguntar a ele (a) como são, o que não gostam, o que gostam, como geralmente são os encontros familiares, pergunte-lhe que roupa sugere a você para usar, ou quais pessoas deve evitar falar, por exemplo. Se preparar antecipadamente é o melhor a se fazer, para poder encontrar o “equilíbrio de seu eu” que citei acima. 

TOP 2: Quero passar o natal com a minha família, mas meu(minha) namorado(a) quer passar com a família dele.

De todos os dilemas considero este o mais frequente, principalmente após o matrimônio. Ter que chegar em um consenso e escolher em qual família será festejado o natal não é tarefa fácil para nenhum casal, afinal ninguém quer abrir mão de estar ao lado das pessoas que mais amam nesta data tão especial. E aí quem deve entrar em cena é a flexibilidade e a compreensão, pois alguém tem que ceder. O que funciona para muitos casais é intercalar, um ano com uma família, o outro ano com a outra família, é uma saída justa para ambos, onde ninguém sai perdendo. Outra opção é passar a ceia (24 de dez.) de natal com uma família, e o almoço (25 de dez.) de natal com a outra família. De modo geral, trata-se de um problema fácil de resolver, desde que deixemos nosso egoísmo de lado, e levemos em consideração o desejo do outro também.

Dica: Se for possível, não custa nada dar uma passadinha na família em que não será passado o natal para dar um gostoso abraço e uma beliscadinha nos quitutes natalinos preferidos. A ideia não é privar ninguém de se estar junto, e sim administrar o tempo para todos ficarem felizes, e o clima fraternal do natal prevalecer. 

TOP 1: Tenho que dar presente de natal para a família dele(a)?

Culturalmente, no passado, o ato de presentear era muito valorizado, era falta de respeito fazer uma visita e não levar nada por exemplo, e mais feio ainda, era devolver o recipiente sem nada dentro. Mas com a modernidade, a praticidade exigida nos tempos atuais, essa tradição foi se perdendo, e foram surgindo os amigos ocultos, as festas “cada um paga o seu”, etc. Logo, hoje presentear é muito mais um ato de bom senso, do que obrigação ou protocolo. 

Neste sentido, não é regra ter que dar presente para a família do parceiro, mas claro que muitas coisas devem ser levadas em conta para tomar a decisão de dar ou não algo aos familiares. Primeiro ponto, há intimidade suficiente para sustentar o desejo de presentear? Ou a ideia é só baseada na hipótese de agradar? Se a resposta for positiva para a segunda questão, é melhor não dar presente, pois nossos sentimentos ficam implícitos em nossas ações. Segundo ponto, há possibilidade financeira para comprar presentes a todos os familiares? Se a resposta for negativa, também é melhor não dar presente, se endividar para fazer compras, ou selecionar entes específicos para presentear, podem gerar situações constrangedoras futuramente. Em suma, a decisão deve ser sincera e pautada na realidade. Vale lembrar que a família dele(a) é/será extensão de sua família, logo as trocas devem ser naturais e espontâneas, sem personagens ou segundas intenções. 

Dica: Que tal ao invés de comprar algo material, preparar um belo prato para compor a ceia de natal, será uma demonstração de afeto e uma forma de agradar todos em volta. Ou caso não vá passar o natal com eles, poderia montar uma cesta de natal, com artigos bem natalinos, como champanhe panetone, entre outros, que igualmente demonstrará como são especiais para você, e como sente-se feliz de fazer parte desta família. 


Espero que tenham gostado do resultado de nossa enquete, e que de alguma forma tenha conseguido ajudar, nem que minimamente, a transformar o natal em um momento de felicidade. 

Desejo a todos um excelente natal, cheio de alegrias e coisas gostosas! Um grande abraço!
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